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Interiorizar a mudança é o primeiro passo para a adaptação à fatura eletrónica

pt Lisboa, 13 de agosto de 2018

O principal inconveniente que existe no momento de encarar a fatura eletrónica é que, apesar das empresas saberem da obrigatoriedade, muitas delas ainda não interiorizaram a mudança.

Quando falamos de fatura eletrónica não falamos apenas de um problema tecnológico e legal, que por regra geral é a primeira coisa que se pensa e se prioriza para encontrar a solução. O problema é que quando o projeto chega às mesas dos departamentos de contabilidade e faturação das empresas é detetado rapidamente que a mudança é maior, e normalmente, a solução pela qual optaram não cobre nem 50% das necessidades. Isto implica uma sobrecarga de esforço nos departamentos mencionados, que se soma às obrigações inerentes: fechos, apresentação de dados, seguimento de pagamentos e cobranças, etc.

Neste sentido, é imprescindível que os departamentos responsáveis por inteirar-se sobre a faturação eletrónica comecem por entender que as soluções tecnológicas devem ter a capacidade de adaptar-se a todos os processos da empresa e também conhecer a transição para cumprir com os processos sem complicações significativas e também respeitando os tempos legais.

Para evitar cometer erros, o melhor será apoiar-se num serviço de fatura eletrónica de um prestador como a SERES, que permite responder a 100% das necessidades da empresa, permitindo a interação eficiente entre empresas não só nacionais coomo também de qualquer parte do mundo, oferecendo conetivdade, mecanismos de transporte, rastreabilidade, visibilidade, integração e segurança, e que além disso atua como parceiro de confiança.

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Fatura Eletrónica em Portugal